15/01/2026 às 14:55

União Freguesias Quirás e Pinheiro Novo

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QUIRÁS

Orago –S. Pedro

População: ---- habitantes

Actividades económicas:

Agricultura e pecuária

festas e romarias: Nossa Senhora das Candeias (22 de Agosto), Santa Eufémia (Agasto), Nos­sa Senhora da Ascensão (15 de Agosto) e S. Salvador 16 de Agosto)

Património cultural e edificado: Igreja paroquial, capelas de Santa Eufémia, de Nossa Senhora da Ascensão e de S. Salvador, alminhas c casa brasonada.

Outros locais de interesse turístico: Mar­gens do rio Rabaçal

Gastronomia: Presunto, enchidos, rabana­das, folar da Páscoa, pão-de-ló e pudim

Artesanato: Rendas e cestaria em vime

 

QUIRÁS - Dista 17 quilómetros da sede do concelho e está situada a Este da margem esquer­da do rio Mente e a Oeste da margem direi­ta do rio Rabaçal. Compreende os lugares de Cisterna. Edroso. Quirás e Vilarinho. A superfície desta freguesia tem uma área de 27,19 quilómetros quadrados.

De certos pontos da freguesia e seus ar­redores domina-se grande parte do vale do Rabaçal quase ale à sua confluência com o Tuela, em plena "terra quente". Para os la­dos da raia, espraia-se uma extensa região planáltica, agro-pastoril, de terrenos aver­melhados e leríeis. São as chamadas "terras da Lomba", relativamente ricas de chãs de armentio e amplos afolhamentos de centeio. Não admira que o espírito do homem trans­montano seja de natureza desafrontada. O desafogo dos horizontes assim o faz, logo à nascença. José Leite de Vasconcelos, aten­dendo à geografia e etnografia do concelho de Vinhais, dividiu-o em quatro territórios secundários: De-Além-Do-Rio, Terra Fria, Terra Quente e Lomba. Segundo o "pai" da Etnografia Portuguesa, a "Lomba é consti­tuída pelo extremo ocidental do actual con­celho, entre os rios Mente e Rabaçal. res­pectivamente ao poente e nascente, forman­do entre eles unia alongada lomba, onde fi­cam as freguesias de Quiraz. Vilar Seco, Edral, Vilar de Lomba e S. Jumil. formando parte da Terra Fria. A sua separação geo­gráfica é nítida até porque não se nota a in­clusão no termo antigo de Vinhais, o o que, com mais, leva a considerar a possibilidade de ter havido a Terra (administrativa) da Lomba entre as de Vinhais e de Monforte, determinando a existência como concelho ã parte de Vilar Seco de Lomba.

Em 1839, Quirás pertencia ainda ao concelho de Vilar Seco de Lomba: em 1852 ao concelho de Santalha. extinto em 31 de Dezembro de 1853. Passou então a integrar o de Vinhais, voltando em 1864 ao de Santalha, durante uma efémera restauração. Foi abadia da apresentação da mitra.

A origem do topónimo principal desta freguesia é antroponímica. Encontra-se no nome pessoal greco-latino Quiriacus, por intermédio do seu patronímico, segundo a série fonética documentada em vários do­cumentos do "Portugaliae Monumenta Histórica": Quiriaquici, Quiriaquici. Quiriazi. Quiraz. A origem da povoação es­tará numa propriedade rústica, uma "villa". de um filho de certo Quiriacus. A filiação, porém, greco-lalina do nome pessoal, não abona uma ascendência de tal "villa" à épo­ca romana, visto que cie era muito usado até ao século XII. e especialmente no X, pelo que, presumivelmente, a propriedade rural de que se originou o lugar remonta à época da reconquista e repovoamento, após a segunda metade do século IX.

Nesta região não faltavam vestígios arqueológicos, topónimos e lendas que revelam a presença de diversas populações ao longo dos séculos: O Castrilhão, os Fragões, os sítios do Couço, da Malhadinha e do Porto Antigo, na sede da freguesia, o Cabeço da Vela e a Fraga dos Mouros, em Edroso. a Lama da Porca c o Alto do Facho, em Vilarinho. e a Fonte da Moura c o castro de Souane, em Cisterna. No castro de Souane. cujas origens remontam ao Período Neolítico, foi encontrado um machado de pedra polida que foi posteriormente depositado no Museu Abade de Baçal. liste local é de grande valor arqueológico. A muralha, parcialmente destruída por volta de 1970. Para aproveitamento de pedra na construção da estrada de acesso à aldeia, é ainda visível em todo o seu perímetro. No centro do recinto castrejo existe uma cisterna com nas­cente própria que nunca chega a secar. Para além do próprio nome da povoação que nas­ceu a oeste do castro, a importância desta cisterna está patente na suposição alimenta­da desde tempos remotos de que no fundo do poço existiria um tesouro, deixado pêlos mouros na eminência da derrota infligida pêlos cristãos do castro de Sania Rufina.

Há uma lenda contando que, sendo a vi­la de Souane habitados peos mouros, se da­vam constantes recontros com os cristãos de Santa Rufina, do outro lado do Rabaçal. Não havendo um vencedor claro desses combates, os cristãos juntaram todo o gado da região e, alando archotes nos animais, simularam, de noite, um grande exército a marchar sobre Souane. Os árabes fugiram precipitadamente, abandonando para sem­pre o local, ficando apenas, nos fraguedos do Pendão, a formosa e lendária moura Souane. envolvida por um eterno encanta­mento. Mas não foi só a bela Souane que os mouros deixaram para trás, pois, como já se viu. deixaram também o fabuloso tesouro que ainda se encontra no fundo do poço.


PINHEIRO NOVO

Pinheiro Novo faz parte da U.F. Quirás e Pinheiro Novo, é constituída por Pinheiro Novo, Pinheiro Velho e Sernande.

Encontra-se situada junto à serra da Coroa e integra a região “Terra Fria”, ficando a uns 3 quilómetros da fronteira de Espanha, com quem limita, bem como com os rios Assoreira e Rabaçal.

Dada a sua proximidade que tem com Espanha, é vizinha tanto de aldeias portuguesas como espanholas. As aldeias portuguesas que lhes ficam limítrofes são, Santalha, Quirás e Montouto. As aldeias espanholas são, Tameirón, Barxa e Esculqueira.

Alguns vestígios arqueológicos comprovam que Pinheiro Novo foi povoado há milhares de anos. Os habitantes desta freguesia como um pouco por todo o concelho, já trabalhavam na exploração mineira no período da Idade do Bronze.

Com o decorrer do tempo esta actividade foi ficando cada vez mais enfraquecida, acabando por desaparecer.

Pinheiro Novo foi pertença do concelho de Santalha até ao ano de 1853, data em que acabou por ser extinto.

A partir deste ano, a freguesia de Pinheiro Novo foi integrada no concelho de Vinhais, concelho ao qual ainda hoje pertence.

Construção Identitária de uma Comunidade Raiana

Devido à proximidade que existe num limite territorial, é com certeza um factor crucial na construção da identidade de uma comunidade.

As relações sociais, os costumes, os hábitos, as misturas de vocábulos, etc, etc, são, de facto afectadas, pois, a vivência que existe sempre frequente, cria laços de semelhanças entre esses territórios em causa.

No caso de Pinheiro Novo, Pinheiro Velho e Sernande, aldeias mais próximas de Espanha que de Portugal, como se costuma dizer, não fugiram à regra.

Fala-se de dois factores que foram fundamentais para a junção destas comunidades;

A primeira foi a Guerra Civil Espanhola; onde muitos cidadãos espanhóis se refugiaram nas aldeias portuguesas mais próximas de Espanha, para fugirem à própria morte que os perseguia.

O passar do tempo, levou-os a que esses povos juntassem mutuamente suas vivências, hábitos, culturas, vocábulos, etc, de onde surgiu uma comunidade só.

O outro factor foi o Contrabando; de igual forma uniu estas comunidades, desenvolveu redes de relações sociais entre fronteiras.

Foi algo que durou imenso tempo e mudou por completo a vida destas comunidades que o exerceram. Acabou até por ser mais que um hábito do que necessidade, tornou-se numa forma de vida, em que para cada qual, se apresentava de sua forma.

A verdade, de facto, é que melhorou em grande escala o estilo de vida destas comunidades que provaram a experiência.

Trata-se de uma forma de compartilhar uma identidade emergente em vários contextos, O SER RAIANO.

Textos: “Memórias da Raia” – A Fronteira como Elemento Central na Construção Identitária de uma Comunidade Raiana, e “Sernande” – Memórias de Fronteira.

Património Arquitectónico:

Igreja Paroquial de Santa Marinha - Dedicada à padroeira da freguesia (Santa Marinha).

Construída em granito, é de estilo transitório do barroco para o neoclássico, destacando-se a sua fachada principal e a torre sineira.

No seu interior, possui dois altares com as imagens de Santa Rufina e Santo Estevão.

No chão, encontram-se 54 sepulturas em granito.

No adro da igreja encontra-se o antigo cemitério.

Capelas:

- Capela de Santa Rufina, existem apenas vestígios da capela. Situa-se no Pinheiro Novo.

Fontes:

Em Pinheiro Novo:

- Fonte da Sicha;

- Fonte do Castanheiro;

- Fonte da Moura.

Casas Senhoriais:

- Casa de Traça Senhorial, situada no Pinheiro Novo.

Hoje encontra-se degradada.

Cruzeiro Paroquial - Encontra-se situado em Pinheiro Novo e é o monumento principal da freguesia.

Fornos Comunitários

Moínhos Comunitários: - Existem moínhos em funcionamento para moagem do milho e do centeio que foram restaurados recentemente.

Património Arqueológico de Pinheiro Novo:

- “Castilhão”, consiste num povoado castrejo que contém uma sepultura rupestre.

- Fraga do Sarilho, tem uma estrela de 4 raios, gravada na rocha.

- Castro de Santa Rufina, localiza-se no Pinheiro Novo.

- Monte da Igrejinha, possui vestígios da era megalítica.

- Necrópole, foram descobertos restos de cerâmicas que se podem atribuir ao antigo templo bem como ao cemitério da aldeia.

Património Cultural:

Existência de um pequeno grupo filarmónico, localizado em Pinheiro Velho.

Realiza festividades tradicionais.

Património Natural:

Roteiros:

“Fragas do Pinheiro”

Percursos Pedestres de Vinhais:

Justificação:

«O território pertencente à freguesia de Pinheiro Novo, no concelho de Vinhais, compreende um património natural e cultural de elevado valor, uma vez que o relativo isolamento e afastamento dos centros urbanos, aliado a uma relação equilibrada do Homem com a Natureza ao longo dos tempos, permitiu a conservação de sítios invulgares.

Os vestígios da presença humana desde os alvores do Megalitismo, passando pela Idade do Ferro e pela Romanização até à formação dos aglomerados que constituem a freguesia actual – Pinheiro Novo, Pinheiro Velho e Sernande, são hoje, a par dos nichos ecológicos das margens dos rios e das serranias e também dos soutos, vinhas e lameiros ainda trabalhados por uma população envelhecida, características que distinguem e valorizam este recanto da terra fria transmontana.

No termo da Freguesia podem ser visitados diversos testemunhos desses tempos imemoriais, como as minas de ouro a céu aberto e o Castro Podre ou de Meias, no Pinheiro Velho, a estela – menir, conhecida como Pedra Espetada, em Sernande, a anta da Avessada, as fragas insculpidas e o Castro de Sta. Rufina, no Pinheiro Novo; recantos de beleza rústica, onde se não nota a presença do Homem, nos meandros da ribeira das Carvalhas e dos rios Cabanelas e Rabaçal, nos fraguedos da Esculqueira e dos Montes da Igrejinha; construções seculares que ficaram do aproveitamento dos recursos naturais, como moinhos, lagares ou colmeais. O percurso proposto desenvolve-se na totalidade na área serrana da freguesia, permitindo o contacto com antigos caminhos de contrabando, fraguedos com nome próprio e insculturas, vestígios arqueológicos e a fauna e a flora de montanha, permitindo ao mesmo tempo a fruíção de uma paisagem única, de amplos horizontes, estendida por terras de Espanha e Portugal.»O percurso proposto desenvolve-se na totalidade na área serrana da freguesia, permitindo o contacto com antigos caminhos de contrabando, fraguedos com nome próprio e insculturas, vestígios arqueológicos e a fauna e a flora de montanha, permitindo ao mesmo tempo a fruíção de uma paisagem única, de amplos horizontes, estendida por terras de Espanha e Portugal.»

Desenvolvimento do Percurso:

A caminhada tem início na aldeia do Pinheiro Novo, desenvolvendo-se para Norte, até deixar para trás as últimas adegas e os últimos castanheiros. Orienta-se depois para Poente, continuando um caminho em vários sítios empedrado, que ainda hoje é usado para acesso de pessoas e animais aos últimos lameiros, abundantemente alimentados pelas águas vertentes da Serra do Coelho. Na Avessada, topónimo que parece testemunhar antigos trabalhos agrícolas, o caminho é ladeado pelos esteios de uma anta, que permaneceu inédita até hoje. Daqui para a frente, os sinais da presença humana vão rareando, restando o trilho de antigos contrabandistas cujas histórias são contadas e recontadas pelos habitantes do Pinheiro.

O percurso toma de novo o rumo do Norte, em direcção à fronteira, que aparece com toda a nitidez de um muro que a sublinha, por detrás do Lapedo dos Currais, recinto ciclópico oferecido aos pastores pela natureza. Para trás já ficaram as fragas com identidade, onde pastores, contrabandistas e o tempo gravaram sinais que as nomearam: a Fraga que Toca, as Fragas das Cruzes, dos Cães, do Sarilho...

Do Lapedo ao Monte da Igrejinha, caminha-se agora em direcção ao Nascente, subindo por entre afloramentos graníticos. No alto do monte, cujo nome algo deverá às formas neles moldadas pelos elementos, é obrigatória a demora, para descansar os olhos na imensidão da paisagem. Lá se vêem, em terras espanholas, para trás do Mesão, as alturas de Manzaneda e, para oriente, as de Sanábria. Mais próxima da fronteira, a aldeia do Tameirão parece vigiar a antiga estrada da Géria, que remontará ao mundo romano e que viu passar a geira dos últimos contrabandistas antes de se tornar quase só mato e lenda.

Deixando abaixo, na linha da fronteira, a Fraga do Ramalho, desce-se então para Sudeste, entre os montes da Igrejinha e o Alto da Laminha. O caminho é agora suave, serpenteando por zonas planas atapetadas de urze e carqueja. Surgem as primeiras terras de pão, e logo os lameiros. O caminho volta a ganhar estrutura secular. Rumo a Sul, a derradeira descida deixa à direita a Carvalha Grande e mais à frente, à esquerda, o Lombeiro da Corga de Ola, nome que denuncia construção funerária hoje (ainda?) desconhecida. Entretanto, a aldeia vai ganhando nitidez e tamanho. Ao receber de novo o caminheiro, ela merece, também, ser percorrida.”

FESTAS E ROMARIAS

Festa de Santa Marinha - É a padroeira da freguesia e a festa realiza-se a 18 de Agosto, no Pinheiro Novo.

Festa de S. Sebastião - Tem lugar a 20 de Janeiro, no Pinheiro Velho.

Festas de Santa Ana - Celebra-se no 1º fim de semana de Agosto, no Pinheiro Velho.

Festa de Santo António - Realiza-se a 12 de Agosto, em Sernande.

Festas Tradicionais:

- Matança do Porco;

- Segadas;

- Malhas.

ETNOGRAFIA

Lenda de Santa Rufina

"Segundo a lenda, a capela de Santa Rufina foi mandada construir por um cavaleiro, em que ao se aperceber do perigo que passava quando o seu cavalo se precipitava no abismo, invocou o nome da santa.

Nesse último momento o cavalo parou, ficando a sua ferradura gravada na fraga".

Lenda da Moura Encantada

"De Santa Rufina partiu um exército de animais, com archotes nos chifres, que atacou de noite a vila de “Souane”, habitada pelos mouros, na outra margem do rio Rabaçal.

Foi assim possível de expulsar o invasor muçulmano.

No entanto, uma moura de nome Souane, ficou para sempre encantada nos fragueiros".

ANEXAS

Capelas:

- Capela de Santa Ana, possui as imagens de S. Sebastião e N.ª Sr.ª de Fátima. Fica situada no Pinheiro Velho.

- Capela de Santo António, possui a imagem de Santo António. Encontra-se em Sernande.

Alminhas de Sernande

Fontes:

Em Pinheiro Velho:

- Fonte do Pinheiro Velho;

- Fonte da Ribeira;

Em Sernande:

- Fonte do Móco.

Fornos Comunitários - Em Pinheiro Velho e Sernande.

Moínhos Comunitários: - Também em Pinheiro Velho existe um moínho.

Património Arqueológico de Pinheiro Velho e Sernande:

- Castro de Meias; consiste num povoado castrejo onde foi encontrado algum tipo de cerâmicas e mós manuais. Situa-se em

Pinheiro Velho.

- Castro da Terronha; localiza-se no Pinheiro Velho.

- Anta da Avessada; encontra-se em Sernande.

Aqui foi feita, há mais de 2000 anos, a exploração mineira.

- Covas dos Mouros, ou “cortas”; são escavações a céu aberto, de exploração de ouro na época romana. Existem apenas ruínas. Situa-se em Pinheiro Velho.

- Pedra Espetada, é um menir com cerca de 2 metros de altura de construção em granito, da época neolítica. Situa-se entre Pinheiro Novo e Sernande.

PODER AUTÁRQUICO

 Obras Realizadas:

- Estrada Pinheiro Novo – Cisterna (Rota da Terra Fria);

- Estrada para Sernande;

- Estrada para Espanha (Interreg 3), desde o Pinheiro Velho;

- Arruamentos nas três aldeias;

- Saneamento no Pinheiro Novo;

- Reforço do abastecimento de água de Pinheiro Novo e Pinheiro Velho;

- Reconstrução de pontões no Pinheiro Novo;

- Beneficiação do caminho Pinheiro Velho/Ponte de Cabanelas;

- Beneficiação do recinto da antiga escola primária de Pinheiro Velho, para uso da população.

- Recuperação de um edifício e instalação de um ponto de venda de produtos locais no Pinheiro Novo.

- Construção da sede da Junta de Freguesia;

- Criação de um percurso pedestre denominado “Fragas dos Pinheiros”.

- Conclusão dos arruamentos no Pinheiro Novo;

- Criação de um Museu/Centro Interpretativo do Património Cultural das três aldeias.

Equipamentos:

- Casa do Povo, onde se situa a sede da Junta de Freguesia;

Lazer:

-Campo de Futebol em terra batida, situado em Pinheiro Novo;

- Percurso Pedestre

- Praia Fluvial do rio Assureira (Cabanelas).

- Praia Fluvial do rio Rabaçal (Santa Rufina).

TECIDO EMPRESARIAL

Unidade de Turismo Habitação

D. Milagros Ballesteros

Telef.: 273 696 224

Serviço de Táxi

Mercearia

 

 

 

 

 

 

 

Há bem poucos anos atrás, as aldeias de Sernande, Pinheiro Velho e Pinheiro Novo, esta última sede da Freguesia, eram destino muito pouco conhecido por quem visitava a nossa região e, até, por muitos vinhaenses. A sua localização raiana, no extremo noroeste do concelho, aliada aos deficientes acessos, condenaram os Pinheiros a um relativo isolamento, amenizado, porém, pela relação que sempre manteve com as vizinhas aldeias do outro lado da fronteira.

Hoje, mantêm-se ainda as principais características herdadas desse tempo: marcada ruralidade, abandono dos habitantes mais jovens, consequente envelhecimento da sua população. No entanto, registam-se sinais de algum optimismo. Os bons acessos à capital do concelho, às aldeias de Lomba e a Espanha são uma realidade, como as principais infra-estruturas básicas que trouxeram uma melhor qualidade de vida aos residentes. Por outro lado, são cada vez em maior número os visitantes que procuram aqui paisagens e vivências que o “progresso” liquidou noutras paragens.

O nosso desafio é, agora, o de criar condições para que esse movimento seja uma mais-valia para o desenvolvimento local. Para isso trabalhamos e colaboramos na implementação de percursos pedestres, na beneficiação de margens para melhor usufruíção dos rios e na promoção dos produtos locais, através de um ponto de venda adequado.

A Junta de Freguesia convida a visitar este recanto, e a ajudar-nos a ganhar essa aposta. Aqui, será sempre bem recebido.

Breve resumo mais divulgação em breve

Vinhais, 15 de Janeiro de 2026.

Vinhais, 15 de Janeiro de 2026

Edifício Junta de Freguesia

Quirás (VINHAIS)

5320-133 QUIRÁS

Email: uf.quiras.pinheironovo@gmail.com

15 Jan 2026

União Freguesias Quirás e Pinheiro Novo

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